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GlassecViracon Março 2018 - EDIÇÃO Nº 55  
Boletim do Vidro
 
 
 
Marcelo Martins  
O Brasil e as tendências mundiais em vidros
 
Interação entre os ambientes, luz natural, controle solar, eficiência energética, conforto térmico e acústico. A ênfase nessas qualidades do vidro arquitetônico é uma tendência internacional consolidada, em especial em projetos que buscam práticas mais sustentáveis. Como uma evolução dessa tendência, o uso de vidros de grandes dimensões veio acrescentar leveza e outras características de beleza a esses projetos contemporâneos, valorizando-os em design.
 
Por suas propriedades sustentáveis, os vidros insulados são o produto mais demandado no envelopamento de grandes vãos em projetos arquitetônicos comerciais e corporativos no cenário internacional.

No Brasil, contudo, o movimento nessa direção caminha a passos lentos, embora empreendimentos como São Paulo Corporate Towers e Vera Cruz II, ambos com fachadas em insulados e certificação Leed Platinum, figurem entre os projetos de nível global.

Para o diretor Comercial da GlassecViracon, Marcelo Martins, a recessão econômica e a crise na construção civil dos últimos anos levaram o mercado a focar a “redução de custos” e a manter a “cultura do laminado, adiando o ingresso do Brasil no contexto internacional”.

Na entrevista a seguir, o diretor fala sobre as diferenças na demanda interna e externa, e o que a empresa faz para garantir o alto padrão de qualidade de seus produtos.

  São Paulo Corporate Towers
Existe diferença entre a demanda dos clientes nacionais e internacionais da GlassecViracon?
Sim, há diferenças importantes. No mercado internacional, a demanda é por vidros insulados com baixa reflexão, alta transmissão de luz e forte redução de calor. O tratamento térmico nos vidros é padrão de segurança, e a demanda por peças jumbo tem crescido. No mercado brasileiro estagnamos no uso de laminado sem tratamento térmico, e o balanço luz/calor é aquele que confere ao projeto condição mínima para atender as necessidades de ar-condicionado.

O que está faltando para que o mercado brasileiro absorva melhor as tendências mundiais nesse segmento?
O primeiro ponto é a retomada econômica e o crescimento no nível de confiança para voltarmos a ter investimentos em grandes projetos, que geram tendências de mercado. Outro fator é a regulamentação de mercado para promover o uso de materiais alinhados com a sustentabilidade e a redução de recursos naturais. O foco na redução de custos e a cultura do laminado estão adiando o ingresso do Brasil no contexto internacional.
Edifício Manuela Pedrazza Y Libertador, Buenos Aires, Argentina e 7-100, Bogotá, Colômbia
 
Os clientes têm ciência de que a GlassecViracon adota critérios mais exigentes do que estabelecem as normas técnicas brasileiras como padrão de qualidade?
Controlamos tudo, desde a recepção e a seleção da matéria-prima até a descarga do material, incluindo instruções de manipulação, estocagem e instalação dos vidros. O roteiro de inspeção e processamento também é formalizado ao cliente. Assim, os processos são controlados e rastreados para garantir que o cliente receba o produto esperado. Estamos técnica e industrialmente preparados para entregar produtos com altíssimo padrão de qualidade e níveis de tolerância abaixo dos limites previstos nas normas brasileira e americana. Por exemplo, os vidros de dupla camada de prata com tratamento térmico são produzidos com empenamento e roller wave abaixo de 50% do previsto em norma.

Qual a importância da logística nesse segmento de peças jumbo para obras que demandam grandes volumes de vidros?
A logística é parte do processo e deve ser encarada com a mesma importância da qualidade de produção. Somos muitos cuidadosos na embalagem e no acondicionamento dos vidros, que têm chegado ao destino em perfeita condição de uso. O feedback dos clientes é excelente. Além disso, em alguns casos temos aplicado película de proteção externa para isolar o vidro de intempéries químicas e mecânicas. A película substitui a necessidade de lavar os vidros pós-obra.
 
 
Mais investimentos em inovação
 
A capacidade de produzir grandes peças de vidros vem atender a uma exigência atual do mercado, que pede cada vez mais fachadas sem divisões e com excelência óptica. O Laboratório de Qualidade da GlassecViracon realiza ensaios para assegurar todos os requisitos das normas técnicas. Além disso, para aumentar a produção e a qualidade do processamento de peças jumbo, a empresa acaba de implantar dois novos equipamentos em sua linha: uma lapidadora bilateral e um centro de usinagem vertical.
 
Em breve, a linha de insulados também ganhará uma dobradora de perfil inox e uma aplicadora de gás argônio.
  Grandes peças de vidros
 
 
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