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GlassecViracon Janeiro 2018 - EDIÇÃO Nº 53  
Boletim do Vidro
 
 
 
Qualidades estéticas do vidro arquitetônico
 
A arquitetura contemporânea tem utilizado o vidro como material de envelopamento de forma crescente, impulsionando o interesse por suas possibilidades estéticas.

A transparência continua sendo a característica dominante nesse quesito, embora projetos mais arrojados venham explorando um leque mais abrangente, que inclui refletividade, cor, serigrafia e outras variações da superfície material do vidro.
 
“Na realização de fachadas em vidro, esses objetivos estéticos devem ser combinados, mas às vezes concorrem com requisitos de desempenho e com a capacidade de fabricação dos produtos em larga escala”, afirma a arquiteta Claudia Mitne, diretora de Marketing e Produto da GlassecViracon. “Por isso a especificação é tão importante para o êxito do projeto, ao lado de recursos como protótipos em escala real.”
 
A seguir são apresentadas as principais qualidades estéticas do vidro obtidas por meio de seu beneficiamento, pontuadas por exemplos de projetos de sucesso.
 
 
TRANSPARÊNCIA
 
A propriedade mais marcante da transparência é iluminar o espaço interno e promover a interação entre os ambientes. A graduação da transparência vai de vidros extraclaros e incolores a translúcidos, com variações de opacidade, que pode ser controlada por meio de substratos (extraclaro, incolor ou colorido), PVBs (incolor, opaco ou colorido), serigrafia e coatings, ou uma combinação dessas aplicações.
 
“A transparência é inversamente proporcional à reflexão, ou seja, o vidro funciona como um filtro, que absorve ou reflete a luz, com diferentes efeitos estéticos”, diz a arquiteta.
 
REFLETIVIDADE
 
Nas últimas décadas, o uso de vidros com reflexão em torres comerciais propagou-se em todo o mundo, especialmente em países de clima quente, onde proteger-se do calor e filtrar o excesso de luz dos raios solares tornou-se um ponto crítico.

“Raramente a refletividade do vidro foi usada com tanto equilíbrio como nesse segmento”, diz Claudia Mitne. “Muitas vezes com arquitetura minimalista, essas torres têm altura suficiente para equacionar o equilíbrio entre forma e reflexão.”
 
 
Segundo a diretora, “hoje a tendência é otimizar a refletividade para suavizar a diferença entre vão visão e vão cego (spandrel), ao mesmo tempo em que fornece a visibilidade suficiente. Com isso, o efeito final é a desmaterialização da construção maciça, que se torna mais aparente como reflexão”.

Outro aspecto que deve ser analisado são os efeitos de reflexão em diferentes horários. “Em muitos projetos, a iluminação diurna se mistura ao céu e a seu contexto urbano, enquanto a transmissão de luz visível (~35%) do vidro cria um nível de iluminação interior confortável”, explica a diretora. “Já no início da noite, quando o nível da luz interna e externa é mais equilibrado, a situação é oposta: o vidro aparece mais transparente externamente e com mais reflexão pela visão interna.”
 
 
CORES
 
Como fenômeno óptico, a luz é o componente primordial das cores, da mesma forma como acontece com a transparência. Na arquitetura, as cores dão expressão a formas e volumes, criando diferentes efeitos sensoriais.

As alternativas de tonalidade dos vidros são um desafio instigante para arquitetos, quando somadas a características de reflexão, transparência e desempenho.

“A seleção de vidros para as fachadas mostra-se bem difícil quando levamos em consideração a importância da cor e do efeito da reflexão na nossa percepção”, afirma Claudia Mitne.
 
Um caso inovador de fachada com aplicação de cores que a diretora gosta de citar é o Edifício Jacarandá, projetado pelo arquiteto Carlos Bratke, na zona sul de São Paulo.

O projeto contou com a colaboração da artista plástica Lucia Koch para o design da fachada, composta por seis tipos de vidros com cores, transparências e reflexões diferentes, combinados entre si.

“O efeito estético proposto pelo projeto da fachada foi uma escolha que exigiu muito trabalho, com a elaboração de amostras e protótipos, a avaliação de dentro e de fora do ambiente, o cumprimento dos requisitos energéticos e de segurança, entre outras demandas”, conta a diretora. “O efeito geral foi de um movimento leve, em tons verdes, amarelos e opacos. O desafio da arquitetura foi atendido.”

Com base nas observações de cor, foram aplicados vidros de controle solar, vidros incolores com três ou quatro PVBs coloridos e vidros com PVBs opacos. “Foi um mix muito interativo e com um resultado incrível.”
 
SERIGRAFIA
 
Além de ser um elemento decorativo, a serigrafia controla o nível de sombreamento e o reflexo, podendo ser aplicada em brises, coberturas e revestimento ou detalhe de fachadas.

“O uso do vidro serigrafado em fachadas de edifícios residenciais também tem aumentado, explorando mais o universo de materialidade do vidro”, afirma Claudia Mitne.

“Arquitetos criativos estão concebendo fachadas que trazem novos desafios de especificação e fabricação dos produtos”, avalia a diretora. “Nossa visão é que mais e mais projetos estão procurando dar expressão ao vidro em toda a sua potencialidade, na medida em que a indústria de transformação continua a apoiar essas iniciativas, desenvolvendo novas soluções.”
 
“Embora a transparência provavelmente continue a ser o quesito dominante para conectar o interior e exterior, as características de refletividade, cor e textura de superfície fornecem áreas de exploração igualmente interessantes para futuros projetos”, afirma.

“A equipe da GlassecViracon está sempre muito antenada com as tendências e inovações tecnológicas para dar apoio especializado aos arquitetos no desenvolvimento de novos projetos”, conclui Claudia Mitne.
 

 

 
 
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PUBLICADO POR GLASSECVIRACON • DIRETORIA DE MARKETING: Claudia Mitne • APOIO: Lais Gomes • DIAGRAMAÇÃO:
Arbore Editoração • CONTEÚDO: Auris Produções e Comunicações • JORNALISTA RESPONSÁVEL: Silvana Afram (MTb 14.950)
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