Caso não consiga visualizar corretamente esse e-mail, copie e cole o link em seu navegador:
http://www.glassecviracon.com.br/bv/49/index.html
GlassecViracon setembro 2017 - EDIÇÃO Nº 49  
Boletim do Vidro
 
 
 
FACHADA CURVA EM VIDRO PLANO
 
17007 Nações  
Avenida das Nações Unidas 17007, zona sul de São Paulo. Ali, num terreno de mais de 25 mil metros quadrados, erguem-se as duas torres sinuosas do arrojado empreendimento corporativo assinado pelo escritório Botti Rubin Arquitetos.
 
O complexo 17007 Nações foi construído pela Brookfield Incorporações, que em junho deste ano anunciou a mudança de marca para Tegra Incorporadora.
 
Para Angel Ibañez, diretor de Suprimentos da empresa, o empreendimento foi concebido “a partir dos mais modernos conceitos de construção” e “representa um avanço para a região, já que foi projetado para valorizar a paisagem urbana por meio dos conceitos de uso público e espaços abertos”.
 
Ainda bastante horizontalizada, a região se destaca pelo potencial de valorização e pelas obras de ampliação da linha 17 Ouro do Metrô e sua interligação com a linha 9 Esmeralda da CPTM.
 
Este é, aliás, outro atrativo do complexo, que abrigará em seu terreno um acesso à futura estação João Dias da CPTM, que corre ao longo da marginal do rio Pinheiros.
 
A elegância de um design inovador
 
O design das fachadas em pele de vidro é um dos diferenciais do empreendimento. “Buscamos fugir do ‘tesouro de vidro’ convencional com uma concepção de fachada com curvatura dupla”, declara o arquiteto Marc Rubin. “Conseguimos fazer um desenho que permite a sinuosidade da fachada, apesar de não ter vidro propriamente curvo. No conjunto, isso dá um efeito que você não vê em nenhum lugar, é uma dinâmica diferente”, explica um dos criadores da obra.
  Marc Rubin
 
O complexo reúne a Torre Sigma, com lajes corporativas que chegam a mais de 3 mil metros quadrados em 28 andares, e a Torre Alpha, destinada a escritórios de 100 a 200 metros quadrados em 31 andares, além de um mall com lojas e restaurantes, de acesso público, facilitado pela passagem de pedestres que interliga os espaços.
 
Torre Sigma e Torre Alpha
 
Em relação à altura das torres, Marc Rubin nunca deixa de mencionar que houve imprevistos que levaram à modificação do projeto original — e que exigiram soluções criativas por parte dos arquitetos.
 
“No início, o previsto era uma torre menor e outra muito maior, com 200 metros de altura, que seria uma das torres mais altas de São Paulo, mas houve dificuldades com a Aeronáutica por causa da rota de helicópteros”, relembra o arquiteto. “Houve várias versões até que a torre maior ficasse na altura da menor. Isso explica porque uma parece mais robusta que a outra, apesar de as duas torres terem a mesma altura.”
 
Desempenho certificado
 
Além da durabilidade e facilidade de manutenção das fachadas, o sistema em pele de vidro de alto desempenho proporciona eficiência energética e termoacústica. “A iluminação natural e o acesso visual panorâmico ao exterior em todo o perímetro dos pavimentos oferecem conforto no ambiente de trabalho”, acrescenta Angel Ibañez.
 
Foram empregadas “soluções acústicas e antivibratórias que garantem excelentes condições de bem-estar, um tratamento antirruído aplicado também nas divisórias entre os conjuntos”, explica o diretor da Tegra.
 
A Torre Sigma e o mall estão em processo de certificação Leed Gold Core & Shell, e a Torre Alpha, para a obtenção do selo Leed Silver Core & Shell.
 
Vidros de controle solar
 
O processo de especificação dos vidros que envelopam as torres foi realizado pela GlassecViracon com a equipe do escritório Botti Rubin Arquitetos, levando-se em conta tanto os requisitos de aparência quanto os de desempenho, exigidos para a certificação Leed. No total, foram necessários 51.135 metros quadrados de vidros laminados de controle solar.
  Torre Sigma e Torre Alpha
 
Angel Ibañez  
No Brasil, Brookfield
agora é Tegra
 
O diretor de Suprimentos Angel Ibañez explica que a mudança de marca da Brookfield Incorporações “faz parte de um reposicionamento mercadológico da empresa, que reflete a consolidação de sua nova cultura e do seu propósito de oferecer empreendimentos únicos, com alma, para que as pessoas possam viver melhor”.
 
“O nome Tegra vem de íntegra, integradora, ou seja, expressa o compromisso com a transparência e a responsabilidade da empresa com seus clientes e parceiros”, declara Ibañez. “A Tegra continuará pertencendo integralmente ao grupo canadense Brookfield, que está presente há 117 anos no Brasil e que atualmente administra cerca de R$ 60 bilhões em ativos no país”, conclui.
 
 
Baixe o aplicativo GlassecViracon
  Site Facebook YouTube Linkedin E-mail GV   Imprimir VERSÃO PARA IMPRESSÃO
PUBLICADO POR GLASSECVIRACON • DIRETORIA DE MARKETING: Claudia Mitne • APOIO: Lais Gomes • DIAGRAMAÇÃO:
Arbore Editoração • CONTEÚDO: Auris Produções e Comunicações • JORNALISTA RESPONSÁVEL: Silvana Afram (MTb 14.950)
Para que sua mensagem não caia na caixa de SPAM, adicione contato@glassecviracon.com.br à sua lista de contatos.