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GlassecViracon JULHO 2017 - EDIÇÃO Nº 48  
Boletim do Vidro
 
 
 
O APRENDIZADO PARA AVANÇAR
 
Mesmo num momento de retração da economia, o trio de engenheiros criou uma construtora e se posicionou com um expressivo portfólio de obras no mercado. Na entrevista a seguir, Luís Fernando Ciniello Bueno fala sobre os diferenciais da Rocontec, fundada por ele e os sócios Mário Rocha Neto e Rodrigo Farjala Rocha há quatro anos, em São Paulo.
  Luís Fernando Ciniello Bueno
 
Sustentabilidade, destaques da engenharia de fachadas, empreendimentos construídos por sua empresa que contaram com as soluções em vidros da GlassecViracon são outros temas abordados por ele, que também tece comentários sobre o aprendizado que o setor pode extrair da crise. “Temos que olhar pra dentro de casa, eliminar a ineficiência para poder gerar um produto melhor e mais barato. É o momento de um freio de arrumação. Esta é a grande lição que a gente tem.”
 
A Rocontec é uma empresa nova e já se posicionou com um portfólio expressivo no mercado. Quais são os seus diferenciais?
A Rocontec tem quatro anos, mas eu, o Mário e o Rodrigo trabalhamos há muito tempo na área. Nascemos com uma experiência grande e com foco na construção, e não na incorporação. Outro diferencial é o atendimento pessoal e direto dos sócios aos clientes, e com essa proximidade as decisões costumam ser mais rápidas e assertivas. Isso em geral tem gerado boa satisfação por parte de clientes e parceiros. Com isso, conseguimos montar uma boa carteira, mesmo nesse momento difícil do mercado.
 
Em que aspectos o mercado da construção sustentável nacional pode avançar mais?
A máxima da demanda e da oferta passa a valer de forma bastante intensa. Precisamos ter equipamentos de maior eficiência e com custo cada vez mais acessível. Ainda é um grande desafio ter um leque maior de produtos de melhor qualidade com relação a consumo de energia elétrica e de água, ao ambiente interno, a iluminação, ventilação, renovação de ar. Hoje é impossível um Triple A ou um prédio de ponta não ter uma certificação de sustentabilidade. Agora, temos que levar isso para o ambiente residencial.
 
Como fazer isso?
Primeiro, ter maior conscientização em relação ao meio ambiente de forma geral. As pessoas precisam ver no seu dia a dia, na sua casa, para perceber que isso faz diferença. Aumentar a gama de produtos para os residenciais é importante, e imagino que no médio prazo a relação de demanda e oferta também acabe se aproximando. Há expectativa que os custos fiquem mais interessantes e a gente possa melhorar.
 
TEK Nações Unidas  
Que novas medidas o mercado da construção civil brasileiro poderia adotar assim que retomar o crescimento? Há aprendizado a extrair desta crise?
No nosso setor, tem uma medida simples: aliar a qualidade do produto imobiliário à sua localização. Ou seja, não adianta colocar um apartamento de 150 metros quadrados numa região onde as pessoas não têm poder aquisitivo pra fazer aquela aquisição. Segundo, sair da linha massificada em que estávamos. Arquitetos e incorporadores precisam repensar a distribuição dos espaços, entregar um produto com padrões melhores, ou seja, o mercado precisa simplesmente voltar a fazer o que fazia antes daquele momento desvairado, em que o importante era lançar. Nós vivemos um período de ineficiência por causa do volume que era feito, de forma desordenada. O Brasil ficou mais pobre, isso é uma realidade, mas ao mesmo tempo os compradores estão mais exigentes. Temos que olhar pra dentro de casa, eliminar a ineficiência pra poder gerar um produto melhor e mais barato. É o momento de um freio de arrumação. Esta é a grande lição que a gente tem.
 
Há alguma questão relacionada à engenharia de fachadas em destaque neste momento?
Para o segmento comercial, vejo o uso das fachadas unitizadas cada vez mais como tendência. Outro item importante é a eficiência acústica dos caixilhos, fruto da norma de desempenho. A composição vidro e caixilho é essencial para o conforto acústico em cidades com grande nível de barulho, como São Paulo. Mesmo com a crise, essa questão vai ter um bom desenvolvimento nos novos empreendimentos. Será algo diferenciado, com certeza.
 
Os edifícios TEK Nações Unidas e VHouse são obras da Rocontec que contaram com as soluções em vidros da GlassecViracon. Quais os diferenciais desses empreendimentos?
O TEK Nações Unidas é um Leed Gold, com lajes corporativas de mil metros quadrados e um skyline bastante diferenciado por estar do outro lado da marginal Pinheiros, com uma bela vista dos empreendimentos que estão na região do Shopping Morumbi. A fachada foi desenvolvida em parceria com a Arquitectonica, de Miami, que desenhou brises bem diferentes para o mercado nacional. O vidro especificado propicia uma eficiência energética muito boa e cria um efeito estético muito interessante. Ele é azulado, levemente refletivo, com alta transparência interna, e vai fazer uma composição muito interessante com os brises.
 
VHouse
 
O VHouse é um residencial com apartamentos de 46,53 metros quadrados, baseado no conceito americano de usufruir os serviços com os outros usuários. Está localizado numa área de tráfego intenso, no cruzamento da Rebouças com a Faria Lima, e por isso utilizamos vidros laminados e caixilhos com tratamento acústico e sistema Lock. A fachada também é da Arquitectonica, e a Glassec nos ajudou bastante com os vidros serigrafados que remetem ao logotipo do VHouse, uma marca estilizada que está por todo o empreendimento.
 
 
 
Vitra. São Paulo  
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