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GlassecViracon Junho 2017 - EDIÇÃO Nº 47  
Boletim do Vidro
 
 
 
UM DIÁLOGO COMPLEMENTAR E DIVERSO COM O ENTORNO
 
Para quem viu a inauguração de Brasília aos nove anos de idade, e ali sentiu nascer o desejo de ser arquiteto, trabalhar em um projeto de Oscar Niemeyer talvez fosse apenas um sonho de menino. Mas eis que, décadas depois, o talento de Ruy Rezende o levou a desenvolver um projeto do mestre da arquitetura modernista brasileira: o exuberante edifício Eco Sapucaí, ao lado do Sambódromo, na Cidade Nova da capital carioca.
  Ruy Rezende
 
O projeto original de Niemeyer previa um edifício para a instalação de um hotel e um centro comercial, no mesmo terreno. Adaptado pelo escritório de Ruy Rezende para funcionar como empreendimento corporativo, o edifício já foi cogitado para abrigar o novo centro administrativo do governo do Rio de Janeiro.
 
Eco Sapucaí, Rio de Janeiro  
Com oitenta metros de altura e fachada em vidros de controle solar da GlassecViracon, o Eco Sapucaí tem certificação Leed Gold e promete ser mais um marco arquitetônico da cidade. A construção do empreendimento esteve a cargo da HTB, antiga Hochtief do Brasil.
 
Em entrevista ao Boletim do Vidro, Ruy Rezende fala sobre o desenvolvimento dessa obra arquitetônica de enorme fôlego e a experiência de trabalhar num projeto de Niemeyer.
 
QUISEMOS SABER de que forma esse grandioso edifício com fachada envidraçada dialoga com o Sambódromo e o seu entorno, caracterizado por construções baixas e antigas. “Penso que muito bem”, responde Ruy Rezende, oferecendo os detalhes. “Com o Sambódromo, um projeto do próprio Oscar, o diálogo é complementar. Já com o entorno, dialoga pelo diverso da proposta arquitetônica àquele ambiente, porém de maneira harmônica, dentro das melhores práticas de intervenção em áreas históricas.”
 
Indagado sobre o maior desafio na execução do projeto, o arquiteto acredita ter sido o estrutural. “Manter os grandes vãos projetados, que proporcionavam vibrações indesejadas e fora de norma, exigiu criatividade e grande competência do engenheiro calculista Mário Franco para a solução encontrada”.
 
SOBRE O DIFERENCIAL da fachada do edifício, Ruy Rezende afirma ser “a simplicidade, tanto nas áreas de transparência, quanto nas áreas opacas”. A transparência e a iluminação natural, aliás, são traços marcantes da obra do arquiteto, que já revelou ter “fixação pela luz do dia” — e grandes vãos recobertos por vidros serem recorrentes em seus projetos.
 
Nesse ponto entra em pauta o papel do vidro no desempenho energético do edifício. “O uso de vidros com alta eficiência energética em perfeito balanceamento com a reflexividade, o controle de radiação solar, a sua dissipação e ainda a transparência que permite o melhor uso da luz do dia foram fundamentais para alcançarmos um excelente desempenho energético da edificação”, explica. E em que outros aspectos os vidros aplicados agregam valor ao projeto? “O conforto para o usuário, a interação e integração à cidade, como um landmark para ela.”
 
Eco Sapucaí, Rio de Janeiro
 
E COMO FOI A EXPERIÊNCIA de desenvolver um projeto concebido por Oscar Niemeyer? “Eu diria que desenvolvemos um belíssimo projeto de concepção do Oscar ainda vivo, e seus principais parceiros, Jair Valera e João Niemeyer, em que, fundamentalmente, o respeito aos outros, só encontrado nas grandes almas, permitiu uma forte convergência nas soluções necessárias a uma obra dessa importância, complexidade e envergadura”, declara o arquiteto. “A grandiosidade do projeto se expressa na sua presença na cidade e no superlativo dos números que o constroem.”
 
Numa abordagem mais pessoal, Ruy nos surpreende com um depoimento emocional sobre essa experiência: “Aos nove anos de idade vi a inauguração de Brasília, com sua arquitetura de exceção, e isto me acendeu o desejo de trilhar o caminho da vida como arquiteto”, revela. “De menino a este projeto, aqui em especial pela convivência próxima ao mito, me alegra que minha percepção estivesse correta — da pessoa no mito à minha decisão de profissão, na aposição conjunta das assinaturas, do Oscar e minha, a este projeto”, conclui o arquiteto, com reverência poética ao mestre.
 
 
 
O FASCÍNIO DA ARQUITETURA
 
A iluminação natural fascina a arquitetura. A satisfação estética, o conforto do usuário e o imperativo contemporâneo de obter o máximo de eficiência energética são peças estratégicas desse xadrez, que o arquiteto movimenta de acordo com a necessidade do projeto. E o xeque-mate se dá com a especificação correta dos vidros.
 
O desafio lógico e sustentável é atingir o equilíbrio entre a quantidade de luz natural adequada ao ambiente interno e a energia que o edifício consome. Sabemos que o índice ideal de transmissão luminosa se situa entre 28% e 35%, oferecido por vidros com revestimentos de controle solar — mas esse conhecimento apenas não basta. Outras variáveis devem ser ponderadas para a funcionalidade do edifício em operação.
  Vitra. São Paulo
 
A equipe da GlassecViracon é expert em ponderar essas variáveis. Entre em contato conosco e saiba mais sobre nossas soluções customizadas em vidros.
 
 
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