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Alto desempenho em fachadas cariocas

Hotéis, centro de pesquisa em tecnologia, edifícios comerciais, centro de mídia para as Olimpíadas de 2016. Além de estarem localizados no Rio de Janeiro, estes empreendimentos de grande porte em diferentes segmentos têm em comum a busca pela certificação Leed — e os vidros de alto desempenho fornecidos pela GlassecViracon em suas fachadas.
“As competições esportivas no Rio impulsionaram os projetos para adequar a infraestrutura da cidade ao porte desses eventos. Mas não é só. Notamos que esses projetos têm buscado cada vez mais as certificações ambientais”, diz Éder Oliveira, coordenador de vendas da empresa no Rio de Janeiro.

 
 

Rio, sensação térmica de 50ºC. Se no skyline de uma cidade assim tão quente já despontam empreendimentos sustentáveis com fachadas envidraçadas é porque a tecnologia de controle solar aplicada ao vidro tem atendido aos requisitos de conforto térmico e ambiental em níveis de excelência, colaborando ainda com a redução do consumo de energia do sistema de refrigeração de ar. Mas, para isso, a especificação do vidro certo é imprescindível — e a alta qualidade do beneficiamento dos produtos também.

Barão de Tefé
Também no Porto Maravilha, este edifício comercial em execução conta com o projeto da RAF Arquitetura, construção da Hochtief e 14 mil metros de vidros insulados e laminados de controle solar da GlassecViracon.

Centro de Mídia do Parque Olímpico
O projeto do MPC (Main Press Center) do Parque Olímpico, na Barra da Tijuca, é do escritório Aflalo|Gasperini, com construção da Método Engenharia. A GlassecViracon está fornecendo 16 mil metros de vidros laminados de controle solar para a obra.

 
 

São Bento Corporate
Localizado nas cercanias do histórico Mosteiro de São Bento, na região central, este edifício comercial contou com projeto da KPF e 10 mil metros de vidros laminados de controle solar da GlassecViracon.

Hotel Santos Dumont
Um retrofit transformará o edifício já existente num complexo composto por hotel, shopping e centro de negócios, interligado ao Aeroporto Santos Dumont. O projeto é da PB Arquitetura, com construção da Método Engenharia. A GlassecViracon fornece 7.500 metros de vidros laminados e insulados de controle solar para o hotel.

 

Porto Atlântico
Um hotel e um edifício comercial estão em construção no Porto Maravilha, o programa de revitalização da região portuária do Rio. As obras estão a cargo da STA Arquitetura e Odebrecht Realizações. A GlassecViracon está fornecendo 30 mil metros de vidros laminados de controle solar.

SIG 01 Presidente Vargas e SIG Opportunity
Em construção na avenida Presidente Vargas e avenida Passos, esses dois empreendimentos estão a cargo da Pontual Arquitetura e da Sig Engenharia. A GlassecViracon está fornecendo 10 mil metros de insulados laminados de controle solar para o SIG 01 e 7 mil metros do mesmo produto para o SIG Opportunity.

Centro de Pesquisa GE
Localizado na Ilha do Governador e inaugurado em novembro do ano passado, o Centro de Pesquisa da GE contou com 8 mil metros de vidros insulados laminados de controle solar da GlassecViracon. A arquitetura é da Athié e a construção da Racional Engenharia.

 

 
 

Certificação ambiental e eficiência real

As práticas de construção sustentáveis já deram bons passos no Brasil. As certificações ambientais são uma referência, mas temos ainda uma longa trajetória a percorrer. Confira a entrevista com o arquiteto Pablo Hidalgo.

 

Há outros critérios para definir um edifício “verde”, além dos requisitos para as certificações ambientais existentes hoje no país?

 

Não existem requisitos diferentes daqueles que as principais certificações contemplam. O que define um prédio como realmente “verde” é o grau da integração bem-sucedida dos sistemas do edifício com o meio ambiente. Para que esta integração seja real e eficiente, as normas e referências dos sistemas de certificação ambiental podem servir como bases conceituais e de parâmetros para serem adotadas no nível geral, como acontece na Europa, Estados Unidos, Japão e Austrália. No Brasil, os requisitos que realmente vão tornar um edifício novo ou existente em um ecologicamente responsável terão que ser estabelecidos em normativas locais e federais e ser obrigatórios no futuro, tal como acontece na Califórnia, onde a normativa local “Title 24” é utilizada para a certificação Leed.

 
 

A formação dos profissionais desse segmento está adequada para enfrentar os desafios que os projetos sustentáveis exigem?
A maioria dos profissionais que trabalham na indústria da construção não recebeu uma instrução orientada para projetar da forma mais eficiente possível os diversos sistemas das edificações, de maneira integrada na totalidade do processo. Portanto, para ter uma eficiência real e começar a produzir edifícios verdes e de alto desempenho ambiental, os requisitos dos projetos sustentáveis têm que ser considerados desde a base da formação profissional e não depender necessariamente das certificações ambientais, como vem acontecendo nos últimos anos.

Pablo Hidalgo é mestre em Projetos Sustentáveis pela Universidade de Sydney, fundador da Escola de Arquitetura Sustentável e consultor em certificações.

 
 
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